Hoje como todos os domingos eu fui à igreja na qual congrego, e nisso eu vi uma mulher diferente ao lado dos pastores que eu já conhecia; e de repente aquela mulher subiu ao púlpito para pregar a palavra do Senhor e aquilo provocou em mim uma certa curiosidade pois eu sentia algo diferente naquela mulher, ela falava com tamanha autoridade e ousadia que aquilo me surpreendia e eu não conseguia tirar os olhos dela e em meu espírito eu dizia: Pai faz-me como ela, eu quero pregar a tua palavra e eu senti um forte desejo de poder trazer almas ao Senhor.
Então ela pediu que a igreja abrisse a Bíblia em 1 Crônicas 12-9, e começou a pregar a respeito dos valentes de Davi, e como Deus é especialista em levantar-nos do pó de como Ele nos capacita para a Sua perfeita obra. E naquele eu comecei a querer ser valente para poder pregar a palavra do Senhor, para dançar com ousadia, falar do amor do Pai aos perdidos e gostaria de deixar aqui uma pergunta: será que você quer estar na linha de frente combatendo o bom-combate? Ou seremos covardes e nos esconderemos atrás dos valentes?
domingo, 17 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A Necessidade da Santidade
Hg eu tava lendo alguns textos que falam a respeito da santidade e achei que eles poderiam interessar ao tema abordado no blog, pois necessitamos de santidade e purificação para que possamos dançar o mais perfeito louvor a Deus. Vou colocar alguns trechos aqui beleza?
1) A santidade não tem nada a ver com usos e costumes. Ser santo não é guardar uma série de regras e normas concernentes ao vestuário e tamanho do cabelo. Não é ser contra piercing, tatuagem, filmes da Disney, a Bíblia na Linguagem de Hoje. Não é só ouvir música evangélica, nunca ir à praia ou ao campo de futebol e nunca tomar um copo de vinho ou uma cerveja. Não é viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata. Para muitos pentecostais no Brasil, santidade está ligada a esse tipo de coisas. Duvido que estas coisas funcionem. Elas não mortificam a inveja, a cobiça, a ganância, os pensamentos impuros, a raiva, a incredulidade, o temor dos homens, a preguiça, a mentira. Nenhuma dessas abstinências e regras conseguem, de fato, crucificar o velho homem com seus feitos. Elas têm aparência de piedade, mas não tem poder algum contra a carne. Foi o que Paulo tentou explicar aos colossenses, muito tempo atrás: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2.23).
2) A santidade existe sem manifestações carismáticas e as manifestações carismáticas existem sem ela. Isso fica muito claro na primeira carta de Paulo aos Coríntios. Provavelmente, a igreja de Corinto foi a igreja onde os dons espirituais, especialmente línguas, profecias, curas, visões e revelações, mais se manifestaram durante o período apostólico. Todavia, não existe uma igreja onde houve uma maior falta de santidade do que aquela. Ali, os seus membros estavam divididos por questões secundárias, havia a prática da imoralidade, culto à personalidade, suspeitas, heresias e a mais completa falta de amor e pureza, até mesmo na hora da celebração da Ceia do Senhor. Eles pensavam que eram espirituais, mas Paulo os chama de carnais (1Coríntios 3.1-3). As manifestações espirituais podem ocorrer até mesmo através de pessoas como Judas, que juntamente com os demais apóstolos, curou enfermos e ressuscitou mortos (Marcos 10.1-8). No dia do juízo, o Senhor Jesus irá expulsar de sua presença aqueles que praticam a iniqüidade, mesmo que eles tenham expelido demônios e curado enfermos (Mateus 7.22-23).
3) A santidade implica principalmente na mortificação do pecado que habita em nós. Apesar de regenerados e de possuirmos uma nova natureza, o velho homem permanece em nós e carece de ser mortificado diariamente, pelo poder do Espírito Santo. É necessário mais poder espiritual para dominar as paixões carnais do que para expelir demônios. E, a julgar pelo que estamos vendo, estamos muito longe de estar vivendo uma grande efusão do Espírito. Onde as paixões carnais se manifestam, não há santidade, mesmo que doentes sejam curados, línguas “estranhas” sejam faladas e demônios sejam expulsos. Não há nenhuma passagem em toda a Bíblia que faça a conexão direta entre santidade e manifestações carismáticas. Ao contrário, a Bíblia nos adverte constantemente contra falsos profetas, Satanás e seus emissários, cujo sinal característico é a operação de sinais e prodígios, ver Mateus 24.24; Marcos 13.22; 2Tessalonicenses 2.9; Apocalipse 13.13; Apocalipse 16.14.
4) O poder da santidade provém da união com Cristo. Ninguém é santo pela força de vontade, por mais que deseje. Não há poder em nós mesmos para mortificarmos as paixões carnais. Somente mediante a união com o Cristo crucificado e ressurreto é que teremos o poder necessário para subjugar a velha natureza e nos revestirmos da nova natureza, do novo homem, que é Cristo. O legalismo não consegue obter o poder espiritual necessário para vencer Adão. Somente Cristo pode vencer Adão. É somente mediante nossa união mística com o Cristo vivo que recebemos poder espiritual para vivermos uma vida santa, pura e limpa aqui nesse mundo. É mais difícil vencer o domínio de hábitos pecaminosos do que quebrar maldições, libertar enfermos, e receber prosperidade. O poder da ressurreição, contudo, triunfa sobre o pecado e sobre a morte. Quando “sabemos” que fomos crucificados com Cristo (Romanos 6.6), nos “consideramos” mortos para o pecado e vivos para Deus (Romanos 6.11), não permitimos que o pecado “reine” sobre nós (Romanos 6.12) e nem nos “oferecemos” a ele como escravos (Romanos 6.13), experimentamos a vitória sobre o pecado (Romanos 6.14). Aleluia!
5) A santidade é progressiva. Ela não se obtém instantaneamente, por meio de alguma intervenção sobrenatural. Deus nunca prometeu que nos santificaria inteiramente e instantaneamente. Na verdade, os apóstolos escreveram as cartas do Novo Testamento exatamente para instruir os crentes no processo de santificação. Infelizmente, influenciados pelo pensamento de João Wesley – que noutros pontos tem sido inspiração para minha vida e de muitos outros –, pentecostais e neopentecostais buscam a santificação instantânea, ou a experiência do amor perfeito, esquecidos que a pureza de vida e a santidade de coração são advindas de um processo diário, progressivo e incompleto aqui nesse mundo.
6) A santificação é um processo irresistível na vida do verdadeiro salvo. Deus escolheu um povo para que fosse santo. O alvo da escolha de Deus é que sejamos santos e irrepreensíveis diante dele (Efésios 1.4). Deus nos escolheu para a salvação mediante a santificação do Espírito (2Tessalonicenses 2.13). Fomos predestinados para sermoas conformes à imagem de Jesus Cristo (Romanos 8.29). Muito embora o verdadeiro crente tropece, caia, falhe miseravelmente, ele não permanecerá caído. Será levantado por força do propósito de Deus, mediante o Espírito. Sua consciência não vai deixá-lo em paz. Ele não conseguirá amar o pecado, viver no pecado, viver na prática do pecado. Ele vai fazer como o filho pródigo, “Levantar-me-ei e irei ter com o meu Pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti” (Lucas 15.18). Ninguém que vive na prática do pecado, da corrupção, da imoralidade, da impiedade, – e gosta disso – pode dizer que é salvo, filho de Deus, por mais próspero que seja financeiramente, por mais milagres que tenha realizado e por mais experiências sobrenaturais que tenha tido.
***
Fonte: O tempora, o mores!, http://www.pulpitocristao.com/
1) A santidade não tem nada a ver com usos e costumes. Ser santo não é guardar uma série de regras e normas concernentes ao vestuário e tamanho do cabelo. Não é ser contra piercing, tatuagem, filmes da Disney, a Bíblia na Linguagem de Hoje. Não é só ouvir música evangélica, nunca ir à praia ou ao campo de futebol e nunca tomar um copo de vinho ou uma cerveja. Não é viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata. Para muitos pentecostais no Brasil, santidade está ligada a esse tipo de coisas. Duvido que estas coisas funcionem. Elas não mortificam a inveja, a cobiça, a ganância, os pensamentos impuros, a raiva, a incredulidade, o temor dos homens, a preguiça, a mentira. Nenhuma dessas abstinências e regras conseguem, de fato, crucificar o velho homem com seus feitos. Elas têm aparência de piedade, mas não tem poder algum contra a carne. Foi o que Paulo tentou explicar aos colossenses, muito tempo atrás: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2.23).
2) A santidade existe sem manifestações carismáticas e as manifestações carismáticas existem sem ela. Isso fica muito claro na primeira carta de Paulo aos Coríntios. Provavelmente, a igreja de Corinto foi a igreja onde os dons espirituais, especialmente línguas, profecias, curas, visões e revelações, mais se manifestaram durante o período apostólico. Todavia, não existe uma igreja onde houve uma maior falta de santidade do que aquela. Ali, os seus membros estavam divididos por questões secundárias, havia a prática da imoralidade, culto à personalidade, suspeitas, heresias e a mais completa falta de amor e pureza, até mesmo na hora da celebração da Ceia do Senhor. Eles pensavam que eram espirituais, mas Paulo os chama de carnais (1Coríntios 3.1-3). As manifestações espirituais podem ocorrer até mesmo através de pessoas como Judas, que juntamente com os demais apóstolos, curou enfermos e ressuscitou mortos (Marcos 10.1-8). No dia do juízo, o Senhor Jesus irá expulsar de sua presença aqueles que praticam a iniqüidade, mesmo que eles tenham expelido demônios e curado enfermos (Mateus 7.22-23).
3) A santidade implica principalmente na mortificação do pecado que habita em nós. Apesar de regenerados e de possuirmos uma nova natureza, o velho homem permanece em nós e carece de ser mortificado diariamente, pelo poder do Espírito Santo. É necessário mais poder espiritual para dominar as paixões carnais do que para expelir demônios. E, a julgar pelo que estamos vendo, estamos muito longe de estar vivendo uma grande efusão do Espírito. Onde as paixões carnais se manifestam, não há santidade, mesmo que doentes sejam curados, línguas “estranhas” sejam faladas e demônios sejam expulsos. Não há nenhuma passagem em toda a Bíblia que faça a conexão direta entre santidade e manifestações carismáticas. Ao contrário, a Bíblia nos adverte constantemente contra falsos profetas, Satanás e seus emissários, cujo sinal característico é a operação de sinais e prodígios, ver Mateus 24.24; Marcos 13.22; 2Tessalonicenses 2.9; Apocalipse 13.13; Apocalipse 16.14.
4) O poder da santidade provém da união com Cristo. Ninguém é santo pela força de vontade, por mais que deseje. Não há poder em nós mesmos para mortificarmos as paixões carnais. Somente mediante a união com o Cristo crucificado e ressurreto é que teremos o poder necessário para subjugar a velha natureza e nos revestirmos da nova natureza, do novo homem, que é Cristo. O legalismo não consegue obter o poder espiritual necessário para vencer Adão. Somente Cristo pode vencer Adão. É somente mediante nossa união mística com o Cristo vivo que recebemos poder espiritual para vivermos uma vida santa, pura e limpa aqui nesse mundo. É mais difícil vencer o domínio de hábitos pecaminosos do que quebrar maldições, libertar enfermos, e receber prosperidade. O poder da ressurreição, contudo, triunfa sobre o pecado e sobre a morte. Quando “sabemos” que fomos crucificados com Cristo (Romanos 6.6), nos “consideramos” mortos para o pecado e vivos para Deus (Romanos 6.11), não permitimos que o pecado “reine” sobre nós (Romanos 6.12) e nem nos “oferecemos” a ele como escravos (Romanos 6.13), experimentamos a vitória sobre o pecado (Romanos 6.14). Aleluia!
5) A santidade é progressiva. Ela não se obtém instantaneamente, por meio de alguma intervenção sobrenatural. Deus nunca prometeu que nos santificaria inteiramente e instantaneamente. Na verdade, os apóstolos escreveram as cartas do Novo Testamento exatamente para instruir os crentes no processo de santificação. Infelizmente, influenciados pelo pensamento de João Wesley – que noutros pontos tem sido inspiração para minha vida e de muitos outros –, pentecostais e neopentecostais buscam a santificação instantânea, ou a experiência do amor perfeito, esquecidos que a pureza de vida e a santidade de coração são advindas de um processo diário, progressivo e incompleto aqui nesse mundo.
6) A santificação é um processo irresistível na vida do verdadeiro salvo. Deus escolheu um povo para que fosse santo. O alvo da escolha de Deus é que sejamos santos e irrepreensíveis diante dele (Efésios 1.4). Deus nos escolheu para a salvação mediante a santificação do Espírito (2Tessalonicenses 2.13). Fomos predestinados para sermoas conformes à imagem de Jesus Cristo (Romanos 8.29). Muito embora o verdadeiro crente tropece, caia, falhe miseravelmente, ele não permanecerá caído. Será levantado por força do propósito de Deus, mediante o Espírito. Sua consciência não vai deixá-lo em paz. Ele não conseguirá amar o pecado, viver no pecado, viver na prática do pecado. Ele vai fazer como o filho pródigo, “Levantar-me-ei e irei ter com o meu Pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti” (Lucas 15.18). Ninguém que vive na prática do pecado, da corrupção, da imoralidade, da impiedade, – e gosta disso – pode dizer que é salvo, filho de Deus, por mais próspero que seja financeiramente, por mais milagres que tenha realizado e por mais experiências sobrenaturais que tenha tido.
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Fonte: O tempora, o mores!, http://www.pulpitocristao.com/
O Significado das Cores na Dança Profética
Por que devemos estudar os significados das cores?
“ O meu povo esta sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento.” (Os. 4:6)
É muito importante que você utilize as cores conhecendo os seus significados. As cores constroem uma imagem visual e comunicável, por isso devemos sempre nos preocupar com o que as pessoas estão vendo, pois as cores como também a dança são visuais.
Esse versículo citado acima, não se aplica somente as cores. Você como um sacerdote de Deus, deve estudar e conhecer tudo o que for possível e necessário para que não pereças no conhecimento.
Antes de você começar a ler as cores e os seus significados, é importante lembrar que alguns significados são biblicamente comprovados, mas exitem cores ou significados que a bíblia não menciona, portanto esses serão estudos culturais brasileiros. Os significados culturais das cores variam de uma cultura para outra. Por exemplo, na cultura americana a cor verde significa riqueza e para nós brasileiros o amarelo é que significa riqueza.
Amarelo e Ambar - Glória de Deus/Presença de Deus/Julgamento Divino
Ez. 1:28/ II Co. 4:6/ Ap. 21:23
Hb. 12:29/ Ex. 3:2
Gn. 29:24/ II Re. 10:14/ Is.66:15
Amarelo - Riqueza (Ouro)
Sl. 68:13
Azul - Presença do Espirito Santo/Água/Céu/Revelação Divina
Ex. 15:38 e 39
Jó 4:13,14/Ap. 21:6/ Mt.3:11-16
Ex. 24:10/ Ez. 1:26
Ex. 24:10/ Ez. 1:26
Branco = Pureza e Santidade/Maturidade(Cabelos brancos)/Ordem Divina/Consciência Clara
Ap. 7:9/ Sl. 51:7/ Ex. 9:8
Estudo Cultural
Bronze ou Cobre = Julgamento
Nm. 21:9
Carmesim (Vermelho mais escuro) = Sacrifício/Sangue/Aliança/Pecado/Remissão de Pecados
Ex. 12:13
Dt. 12:23/ Gn. 9:4,5
Ex. 24:8
Is. 1:18
Hb. 9:22
Vermelho = Pragas/Guerra/Satanás (A Grande Serpente)
Lv. 13:19
II Re. 3:22
Ap. 12:13
Dourado - Divindade de Deus
II Cr. 4:20,22/ Ap. 3:18
Laranja - Louvor na Bíblia/ Louvor com intensidade
Sl. 103:3
Marfim - Graça de Deus/Julgamento/Poder
Hb. 4:16
Sl. 9:4/ Pv. 20:1
I Re. 1:37/ II Re. 25:28
Marrom - Morte Espiritual
Estudo cultural. Baseando-se no fato de que o homem veio e voltará ao pó da terra, que possui cor marron.
Prata e Cinza - Redenção/Palavra de Deus
Zc. 11:12,13/ Mt. 26:14,15
Sl. 12:6
Cinza - Arrependimento
Jó 42:6/ Mt. 11:21
Preto - Pecado/Esconderijo/Aflição/Luto e Tristeza/Sombra das Asas de Deus
Significado Cultural.
Sl. 18:11
Jr. 8:21
Ml. 3:14
Sl. 17:1
Rosa - Cor da Igreja/ Pode simbolizar a igreja.
Roxo/ Púrpura e Vinho - Realeza/Autoridade/Majestade
Significado Cultural.
Dn. 5:7
Et. 8:13
Verde - Vida/Renovo/Prosperidade/Descanço e Refrigério
Is. 15:6/ Sl. 23:2
Sl. 92:14
Sl. 52:8
Sl. 23:2
Informações Adicionais:
- Em relação aos vários tons de azuis, procure observar os efeitos da natureza. Por exemplo, o mar revolto fica em um tom de azul-esverdeado. O Céu encoberto fica em um tom de azul-acinzentado. Isso pode te ajudar a definir o tom de azul da sua roupa.
- O Roxo/ Púrpura, era uma tonalidade extraída de um molúsculo muito caro, por isso era utilizada somente pelos reis e nobres, é também por isso que essa cor significa “realeza”, “autoridade” e “majestade”.
- O Rosa pode gerar algumas discordâncias no caso de um homem usar tal cor, mas a masculinidade de um servo de Deus não esta na roupa e sim na forma como ele dança. Mesmo assim, é necessário muita sabedoria ao utilizar essa cor em um homem.
Sobre o Arco-Íris
O Arco-Íris é a forma que a bíblia descreve no antigo testamento de firmar a aliança de Deus com o homem. Mas o diabo deteriou essa imagem culturalmente, pois no mundo o arco-íris é o simbolo do homosexualismo.
* Estudo realizado por Milena de Oliveira, ministrado em uma oficina da Escola de Profetas da Dança e transcrito pela Pra. Carol Marrul da Igreja Renascer em Cristo Sede.
“ O meu povo esta sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento.” (Os. 4:6)
É muito importante que você utilize as cores conhecendo os seus significados. As cores constroem uma imagem visual e comunicável, por isso devemos sempre nos preocupar com o que as pessoas estão vendo, pois as cores como também a dança são visuais.
Esse versículo citado acima, não se aplica somente as cores. Você como um sacerdote de Deus, deve estudar e conhecer tudo o que for possível e necessário para que não pereças no conhecimento.
Antes de você começar a ler as cores e os seus significados, é importante lembrar que alguns significados são biblicamente comprovados, mas exitem cores ou significados que a bíblia não menciona, portanto esses serão estudos culturais brasileiros. Os significados culturais das cores variam de uma cultura para outra. Por exemplo, na cultura americana a cor verde significa riqueza e para nós brasileiros o amarelo é que significa riqueza.
Amarelo e Ambar - Glória de Deus/Presença de Deus/Julgamento Divino
Ez. 1:28/ II Co. 4:6/ Ap. 21:23
Hb. 12:29/ Ex. 3:2
Gn. 29:24/ II Re. 10:14/ Is.66:15
Amarelo - Riqueza (Ouro)
Sl. 68:13
Azul - Presença do Espirito Santo/Água/Céu/Revelação Divina
Ex. 15:38 e 39
Jó 4:13,14/Ap. 21:6/ Mt.3:11-16
Ex. 24:10/ Ez. 1:26
Ex. 24:10/ Ez. 1:26
Branco = Pureza e Santidade/Maturidade(Cabelos brancos)/Ordem Divina/Consciência Clara
Ap. 7:9/ Sl. 51:7/ Ex. 9:8
Estudo Cultural
Bronze ou Cobre = Julgamento
Nm. 21:9
Carmesim (Vermelho mais escuro) = Sacrifício/Sangue/Aliança/Pecado/Remissão de Pecados
Ex. 12:13
Dt. 12:23/ Gn. 9:4,5
Ex. 24:8
Is. 1:18
Hb. 9:22
Vermelho = Pragas/Guerra/Satanás (A Grande Serpente)
Lv. 13:19
II Re. 3:22
Ap. 12:13
Dourado - Divindade de Deus
II Cr. 4:20,22/ Ap. 3:18
Laranja - Louvor na Bíblia/ Louvor com intensidade
Sl. 103:3
Marfim - Graça de Deus/Julgamento/Poder
Hb. 4:16
Sl. 9:4/ Pv. 20:1
I Re. 1:37/ II Re. 25:28
Marrom - Morte Espiritual
Estudo cultural. Baseando-se no fato de que o homem veio e voltará ao pó da terra, que possui cor marron.
Prata e Cinza - Redenção/Palavra de Deus
Zc. 11:12,13/ Mt. 26:14,15
Sl. 12:6
Cinza - Arrependimento
Jó 42:6/ Mt. 11:21
Preto - Pecado/Esconderijo/Aflição/Luto e Tristeza/Sombra das Asas de Deus
Significado Cultural.
Sl. 18:11
Jr. 8:21
Ml. 3:14
Sl. 17:1
Rosa - Cor da Igreja/ Pode simbolizar a igreja.
Roxo/ Púrpura e Vinho - Realeza/Autoridade/Majestade
Significado Cultural.
Dn. 5:7
Et. 8:13
Verde - Vida/Renovo/Prosperidade/Descanço e Refrigério
Is. 15:6/ Sl. 23:2
Sl. 92:14
Sl. 52:8
Sl. 23:2
Informações Adicionais:
- Em relação aos vários tons de azuis, procure observar os efeitos da natureza. Por exemplo, o mar revolto fica em um tom de azul-esverdeado. O Céu encoberto fica em um tom de azul-acinzentado. Isso pode te ajudar a definir o tom de azul da sua roupa.
- O Roxo/ Púrpura, era uma tonalidade extraída de um molúsculo muito caro, por isso era utilizada somente pelos reis e nobres, é também por isso que essa cor significa “realeza”, “autoridade” e “majestade”.
- O Rosa pode gerar algumas discordâncias no caso de um homem usar tal cor, mas a masculinidade de um servo de Deus não esta na roupa e sim na forma como ele dança. Mesmo assim, é necessário muita sabedoria ao utilizar essa cor em um homem.
Sobre o Arco-Íris
O Arco-Íris é a forma que a bíblia descreve no antigo testamento de firmar a aliança de Deus com o homem. Mas o diabo deteriou essa imagem culturalmente, pois no mundo o arco-íris é o simbolo do homosexualismo.
* Estudo realizado por Milena de Oliveira, ministrado em uma oficina da Escola de Profetas da Dança e transcrito pela Pra. Carol Marrul da Igreja Renascer em Cristo Sede.
O Início
É o início de tudo, pretendo abordar aqui assuntos relacionados à dança e etc. E que tudo que for publicado seja para a nossa edificação espiritual, e que possibilite o nosso crescimento, compartilhando dicas e conselhos à respeito.
bgs amores. ♥
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